quinta-feira, 15 de julho de 2010

Debaixo dessa mascara de magoa e angustia
Surge calado, alguém que ama e sangra
Que chora, quando o mundo não o compreende
Ou quando uma bomba extremesse seu chão

Através dessa voz sussurrada ao vento
Existe um estranho, até para o espelho aos seus olhos
Como quem anda em circulos, sempre vejo as mesmas coisas
Acontecendo com uma exatidão no minimo estranha

Entre o chão e o céu, sempre existe um purgatorio
Cujo, parece-me muito com uma prisão
Gradiada com raiva, culpa e tristeza
Gritar, so para esvair o restinho de amor proprio

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